A internet hoje na minha opinião, como é a opinião de va´rias outras pessoa que conversei, trás muita informação boa e também muita informação ruim.
Para que sabe de sua utilização é um meio muito rico de informação e conhecimento rápido e fácil. Porém para pessoas deslumbradas com o acesso não conseguem adquirir todo o conhecimento que a internet propõe.
Para nós da área de comunicação, acredito que é muito importante perder um tempo em orkut, blog, msn, twitter…enfim, fuçar na net para saber o que rolando, o que está na mídia e quais os nichos de mercado para futuras estratégias.
O que precisamos resaltar, que não entra muito neste contexto, mas é importante dizer, é a caligrafia que para os mais novos da geração Z (e alguns velhinos da geração Y), é muito melhor escrever no PC do que em cadernos que deve respeitar as linhas e letra legível. Esta geração passa muito tempo em site de relacionamento como por exemplo o MSN e desta forma acaba esquecendo como que num passe de mágica, no momento que senta no PC , as normas da ortografia.
Bem, acredito que a internet não deixa burro, mas se usada de forma inteligente.
Segue texto deMaria Costa que achei na Internet (heheheheh).
O escritor norte-americano Mark Bauerlein vem causando polêmica nos Estados Unidos com o seu livro “The Dumbest Generation” – ainda não lançado no Brasil – e segundo ele, se você tem menos de 30 anos, considere-se membro da geração mais estúpida da história. Para o autor, a nova geração nunca se desconecta e, pior, nunca se desconecta de informações irrelevantes: perfis em redes sociais, MSNs e outras ferramentas, distanciando-se de assuntos relevantes como por exemplo história e política.
Segundo o autor ainda, os jovens tem dificuldades em ler qualquer publicação com mais de 200 páginas e dificuldades de concentração. Normalmente desinteressados pela família, os jovens desta geração, quando estão em casa, estão fechados no quarto digitando em seu blog, postando fotos suas em suas redes sociais e fotoblogs ou falando no MSN, tendo uma vida direcionada especialmente às relações sociais com os amigos da mesma idade.
Agora a questão é: estamos de fato criando uma próxima geração de estúpidos ou a forma de aprendizado e convívio com as informações têm mudado com a internet?
Viemos de uma geração acostumada a receber informações de poucas fontes – e precisávamos nos esforçar para obtê-las. A escola que fiz ainda é daquelas em que fazer um trabalho significava ir a uma biblioteca e escrever em algumas folhas de almaço, e a datilografia era o sinônimo do capricho. Hoje trabalhos inteiros estão ao alcance de um clique e as fontes de informação são intermináveis.
Pode sim parecer que estamos vislumbrando uma nova geração de “preguiçosos”, mas por outro lado, talvez seja a próxima uma geração extremamente inteligente, pois encontramos aí outra questão (levantada pelo filosofo David Weinberger): essa geração está quebrando o monopólio das comunicações e informações.
Se há pouco mais de 10 anos nosso acesso às informações se dava pelos jornais diários, revistas semanais ou telejornais, hoje a informação está em toda a parte, os indivíduos escolhem o que e como querem recebê-la e ainda geram mais informações e conteúdos, ou seja, se antes o mundo inteiro recebia informações de poucos indivíduos que a detinham, hoje qualquer um ainda pode gerar e propagar informação. Mas quanto dessa informação é relevante?
Talvez esse não seja o ponto. A pergunta correta talvez seja: tudo o que “nos ensinam” é relevante? Ou talvez essa nova geração com acesso a tanta informação desenvolva a capacidade de filtrar somente o que precisa e o que é relevante?
O grande trunfo da internet é nos permitir a quantidade – e qualidade – dos conteúdos que buscamos, sob diversos pontos de vista: de um jornalista a um estudante da oitava série. E que possamos comparar esses pontos de vista e rapidamente formar a nossa própria ótica.
http://www.adrenaline.com.br/forum/papo-cabeca/211222-a-internet-nos-deixa-inteligentes-estupidos.html, acessado dia 09/09/2009.