No site da Funai pude observar a simplicidade, rapidez em abrir fotos dos programas dos (de) índios, notícias, informações bem distruídas e acessíveis para a pessoa que está navegando no site. Isto é, um site com conteúdo e informação sem enrolação. Encontrei até um cartaz convidando os índios para um evento! Observem a seguir o evento que já aconteceu…

Sendo uma rata de Efapi, posso comunicar a quem quiser ler, que este ano a feira não esteve tãão gigante assim. Aliás, ela estava semelhante à edição anterior. Algumas mudanças foram feitas, como sempre fazem. Porém, continuei enfrentando fila para utilizar os banheiros, fila para comer cocada, fila para subir as escadas, fila para tentar visitar os estandes, fila, fila e paciência. O público sim estava imensamente gigante e talvez o meu inconsciente imaginasse que gigante seria o espaço.
Em alguns momentos incorporei meu lado publicitária de viver, ver, sentir, ser, crer para poder não somente responder a este post, mas claro, adquirir e reforçar conhecimento pessoal e algumas experiências (a mais) sobre a Efapi. Notei uma poluição visual fortíssima de alguns expositores. Meu Deus, que loucura! Ao chegar a um dos pavilhões, procurei desesperadamente o estande dos morangos com chocolate. Não foi difícil encontrar, pois as cores e desenhos estavam extremamente saturados. Não acreditava que ali estavam meus morangos, justo no meio de tanta poluição. Eu realmente não acreditava. Eu não podia parar ali. Eu não parei ali. Eu passei reto. Eu fiquei extremamente chateada com isso, e aquele meu lado que eu havia mencionado lá em cima estava ativo e o pior, me impedia de qualquer ação relacionada a parar de movimentar minhas pernas. É, mas a vida continua e tem gente atrás de você querendo passar. Seguindo o longo tapete vermelho já cansado de ser pisoteado, avistei assim, quase sem querer “A Minha Barraquinha de Morangos” estava visualmente 100% menos poluída do que a da concorrência. A fonte, a redação e as cores não eram exatamente como eu gostaria que fossem, mas ali eu me permiti parar. Resumo da história: exagero, saturação, informação demasiada não significa beleza e nem venda garantida. Palavra de Carolina Becker.
Muito bem. Meus links são referentes ao youtube, dafont e vagalume. Gosto muito de viajar na internet e estes sites me permitem. No Youtube consigo viajar com os vídeos. No Vagalume consigo viajar na música e encontro fontes inspiradoras no Dafont. São simples mas são de coração!!!!! Só.
O computador e a internet surgiram com a intenção de melhorar nossas vidas. Como por exemplo, fazer compras sem sair de casa, coisas possíveis e impossíveis a partir de um clic! (o pessoal da sala tá detonando os teclados, isso me perturba) Talvez tudo isso seja muito natural, acompanhar a tecnologia. E coitado daquele que não tem compreensão alguma sobre como lidar com esta internet e suas ferramentas.
O que as pessoas não sabem é dosar seus limites. Temos inúmeros casos de pessoas doentes, por desistirem de seus programas, como ir ao cinema, praticar esportes e um blábláblá intensamente gigante. Porém, os casos mais alarmantes são os casos da ortografia. Alguns, que são muitos, esqueceram dos livros, dicionários e fazem um verdadeiro abuso às palavras. Isso é muito triste. Tenho grande preocupação quanto a internet e o uso somente de computadores em relação a essas pessoas. Se estamos ‘evoluíndo ou involuíndo’ com certeza estamos involuíndo. Os erros são tão comuns quanto a quantidade de pessoas que possuem uma conta no Twitter. Eu não tenho Twitter. E se eu fosse no Altas Horas, eu iria protestar no momento protesto pelos “erros de português que encontramos em impressos, na mídia e em todo lugar, inclusive na internet”.